ForHosting KIT · Texto e IA

Changelog a partir dos commits

Transforma o histórico técnico de uma release — mensagens de commit, títulos de pull request, issues fechadas — em um changelog que gente de fora do time consegue ler. Agrupa por tipo (novidades, correções, mudanças que quebram compatibilidade) e escreve cada item para quem usa o produto, não para quem escreveu o código.

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De “fix: null check no parser” para algo publicável

Commit é escrito para o time; changelog é lido por cliente. A tradução entre os dois é trabalho chato que sempre sobra para a véspera da release: juntar dezenas de mensagens, descartar o ruído (merge, bump de dependência, typo), agrupar o que restou e reescrever em linguagem de produto. A API faz exatamente esse funil — envie a saída do seu git log entre duas tags e receba as notas organizadas, com o interno filtrado.

Integração no fluxo de release

O uso típico é dentro do pipeline: no passo de release, um script coleta os commits desde a última tag, chama a API e recebe o texto para anexar à página de release, ao e-mail de clientes ou ao canal interno. Cada release processada é uma unidade de US$ 0,0135, mais US$ 0,003 pela chamada — automatizar as notas de um produto com release semanal custa menos de US$ 0,10 por mês.

Você define o formato de saída

Na instrução dá para pedir o dialeto da sua casa: seções no padrão Keep a Changelog (Added, Fixed, Changed), markdown puro para o repositório, tom comercial para nota enviada a cliente, ou versão bilíngue para produto com usuários fora do Brasil. Também dá para pedir dois níveis do mesmo material: o resumo executivo de três linhas para o gestor e a lista completa para o time técnico.

SaaS com release toda sexta

O time da TecnoSul Soluções Digitais fecha a sprint e o CI monta a release. Um passo do pipeline manda os 40 commits da semana para a API e publica as notas na central de ajuda — o que antes era meia hora do tech lead virou um passo automático.

App mobile e nota das lojas

Loja de aplicativo pede descrição curta de “o que há de novo”, com limite apertado de caracteres. Da mesma lista de commits saem as notas completas do site e o resuminho da loja, cada um no formato que o canal exige.

Agência prestando contas ao cliente

Uma agência de Porto Alegre mantém o e-commerce de um cliente e envia relatório mensal do que mudou. Os commits do mês viram uma lista em linguagem de negócio — “busca do site ficou mais rápida” em vez de “refactor do índice” — que o cliente entende e valoriza.

Biblioteca open source

Quem mantém pacote aberto sabe: sem changelog, chovem issues perguntando o que mudou. Antes de cada tag, o mantenedor gera as notas com destaque automático para breaking changes — a parte que ninguém pode esquecer de avisar.

O que eu envio exatamente na chamada?

Texto puro: a saída de git log entre duas tags, títulos de PR, issues fechadas — o que seu fluxo tiver. Não precisa dar acesso ao repositório: você manda o histórico já extraído e a API trabalha só com isso.

Como ele sabe o que é breaking change?

Pelas convenções presentes no material (BREAKING CHANGE, feat!, major bump) e pelo teor das mensagens. Se o seu time não usa convenção nenhuma, o agrupamento continua funcionando, mas vale revisar a seção de compatibilidade antes de publicar — é a que mais dói quando sai errada.

Meu código-fonte fica exposto?

Você não envia código, só mensagens de histórico — e mesmo essas são usadas apenas para gerar as notas daquela tarefa. Nada vai para treinamento nem para terceiros. Para repositórios sensíveis, filtre nomes internos antes de mandar, como faria com qualquer serviço externo.

Quanto custa num produto com muitas releases?

US$ 0,003 por chamada + US$ 0,0135 por release. Cinquenta releases por mês custam menos de US$ 1 — em dólares, por uso, sem assinatura. O preço é o publicado, sem tabela escondida por volume.

Aceita a saída em inglês para changelog público?

Sim: indique o idioma na instrução. Um padrão comum de time brasileiro é gerar as notas internas em português e as públicas do repositório em inglês, a partir do mesmo lote de commits — duas chamadas, dois públicos.

Tem limite de tamanho por release?

Até 20.000 tokens por chamada, o que cobre algumas centenas de commits. Para uma release monstro (migração acumulada de meses), divida o histórico em blocos e depois peça uma passada final para consolidar.

Tudo nesta página está disponível via API. Esta seção é para equipes que querem integrar a ferramenta aos próprios sistemas; quem não precisa disso pode simplesmente usar a ferramenta acima.

POSThttps://api.kit.forhosting.com/text/changelog

Autenticação por token Bearer. Um único POST coloca a tarefa na fila; o resultado chega por webhook ou link assinado.

curl -X POST https://api.kit.forhosting.com/text/changelog \
  -H "Authorization: Bearer $KIT_KEY" \
  -H "Content-Type: application/json" \
  -d '{"input":"…"}'
{
  "input": "…"
}
{
  "task_id": "tsk_a1b2c3d4e5f6a1b2c3d4e5f6",
  "type": "text.changelog",
  "status": "queued",
  "_links": {
    "result": "/tasks/tsk_…/result"
  }
}

A API é assíncrona: cada chamada devolve um task_id na hora. Se preferir polling, consulte o status a até 1 requisição por segundo.

por chamadaUS$ 0,003
por releaseUS$ 0,0135

Preço publicado, sem tokens nem créditos escondidos. Tarefa que falha não é cobrada.

max_tokens20000
HTTPCódigoO que significa
401unauthorizedToken ausente ou inválido. Confira o header Authorization.
402insufficient_balanceSaldo insuficiente para esta tarefa. Faça uma recarga e tente de novo.
404unknown_typeEsse tipo de tarefa não existe. Confira o campo type no catálogo.
429rate_limitedMuitas requisições em pouco tempo. Espere um instante e tente de novo.
422task_failedA tarefa falhou do nosso lado. Você não paga nada por ela.

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